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quinta-feira, 5 de julho de 2012

Biblioteca realiza mais uma edição da “Banca de Troca de Livros e Gibis”


Para proporcionar acesso a diversos gêneros de livros e gibis, acontece neste sábado, 7, das 9h às 13h, a “Banca de Troca de Livros e Gibis” na Biblioteca Prof. João de Souza Ferraz. A realização é da Prefeitura de Limeira, por meio da Secretaria da Cultura.

Os interessados em trocar seus livros, devem se atentar nas regras: um livro pode ser trocado somente por outro livro; o gibi pode ser trocado por outro gibi, e dois livros infantis podem ser trocados por um livro.

Não são aceitos: livros didáticos, apostilas, jornais, revistas, cópias reprográficas, encadernação em espiral, como também exemplares em mau uso de conservação (ilegíveis, rasurados, sem capa, rasgados, amassados, sujos).

A Biblioteca Municipal fica na rua Senador Vergueiro, 845, Centro, para mais informações o telefone é: (19) 3442 6539 ou 3445 1341.


Luane Tenório – Estagiária de Jornalismo
Departamento de Projetos Culturais
Prefeitura Municipal de Limeira
Secretaria da Cultura
(19) 3451 0502
culturalimeira@yahoo.com.br
www.culturalimeira.blogspot.com
www.facebook.com/culturalimeira
www.twitter.com/culturalimeira

terça-feira, 26 de junho de 2012

“Hora do Conto” na biblioteca


Estimular o gosto pela leitura, aguçar a sensibilidade, o conhecimento e a criatividade. São esses os objetivos do projeto “Hora do Conto”, realizado pela Prefeitura de Limeira, através da Secretaria da Cultura, por meio da biblioteca infantil Profª Cecília Quadros. O evento acontece nesta quinta-feira, 28, às 14h30, na biblioteca.




O evento fará parte da agenda da biblioteca e acontecerá, sempre, na última quinta-feira de todo mês. Nesta edição o conto “A menina e a Estrela”, será contado pela atriz e contadora de histórias Deborah Gomes.

Podem participar crianças de 03 a 12 anos, e as escolas e entidades interessadas, podem fazer o agendamento pelo telefone da biblioteca, (19) 3442 6539 e 3441 1341 e pelo e-mail bibliotecadelimeira@gmail.com.

A entrada é franca e outras informações podem ser obtidas no telefone da biblioteca, (19) 3442 6539 ou no blog da Cultura, www.culturaliemira.blogspot.com.


Luane Tenório – Estagiária de Jornalismo
Secretaria Municipal da Cultura
Departamento de Projetos Culturais -
Prefeitura de Limeira /SP
(19) 3451 0502
culturalimeira@yahoo.com.br
www.culturalimeira.blogspot.com
www.facebook.com/culturalimeira
www.twitter.com/culturalimeira

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Terra Azul


José Farid Zaine

Vereador – PDT
faridzaine@camaralimeira.sp.gov.br

 
 
Solta no espaço
A Terra azul respira
E inspira todos os poemas
E todas as canções!

Tivesse a arte o poder
De mudar os corações
De todos aqueles
Que tomam decisões
E traçam os destinos
Dos rios, das matas,
Do ar que respiramos,
Do chão por onde
caminhamos!

Vejo a imagem do Planeta
Numa espetacular fotografia
Que nunca seria possível
Sem a moderna tecnologia.
Assim deveria ser sempre:
Natureza e progresso
De mãos dadas,
Em plena harmonia...

Vista assim
A imagem que deslumbrou Gagarin
É tão limpa, tão bonita,
Que é difícil imaginar
Que ela possa ter um fim.

Azul, girando,
Com seus mares, continentes,
Com seu véu de brancas nuvens,
A Terra é como se fosse
Uma noiva a flutuar,
Consciente de sua pureza,
Ostentando sem pudores
Sua colossal beleza!

Não se vê a ganância humana,
Vendo a Terra assim de longe,
Sem “as guerras e os comércios”,
A fumaça destrutiva,
A vida em suspense
Na iminência de contaminação radioativa...

Aqui, de pés no chão,
Vendo e sentindo tudo,
Façamos voar a nossa canção,
Que o coração não pode ficar mudo!

Façamos a nossa parte
nessa estranha e silenciosa guerra
Fazendo de educação e arte
O exército aliado
Pra salvar a Terra!

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Para todas as mães


Poema de José Farid Zaine


Farid com a sua mãe, dona Victória Zanchetta Zaine, em uma homenagem prestada a ela na Câmara de Limeira, em 2010. Quem conhece dona Victória, torna-se facilmente fã da sua simpatia, bondade e dotes culinários (ela cozinha muito bem). "Para todas as mães" tem como inspiração dona Amélia.




Eu poderia juntar todas as estrelas,

Os astros da noite, o brilho do universo,

E ainda assim não conseguiria

Colocar a tua luz no meu verso...



Eu poderia colher todas as rosas,

E ter comigo as cores de cada jardim

E não traduziria a flor do teu coração,

Que toda a vida entregaste para mim...



Foste apenas amor, carinho, doação

Teu colo foi meu conforto, minha alegria

E eu não consigo fazer uma canção,

Não consigo completar uma poesia



Que façam jus à tua história,

Que falem de ti e do meu afeto,

Que consigam revelar minha gratidão

E meu amor se mostre por completo





Penso em ti, minha mãe, que me deste a vida

E em quão bom é poder te abraçar

Como me conforta poder sempre ouvir

A tua forma doce de me abençoar





Penso nas mães separadas de seus filhos,

Destroçadas pelo sofrimento

De longe, vendo as guerras explodirem

Tornando mais cruel o seu tormento





Vejo mães enfrentando tanques e fuzis

Na defesa dos seus entes mais queridos

De peito aberto contra balas e canhões

Enfrentando o mundo na defesa dos seus filhos





E vejo aquelas com seus peitos secos

Tentando dar ao filho a própria vida

Com ele nos braços, pendurado ao seio,

Em meio à paisagem devastada e ressequida





Pudessem elas, seriam ar, água e alimento

Secariam para a vida dar ao filho

E se apagariam com certeza, por inteiro,

Para aos olhos dele devolver o brilho...






São tantas as cenas de horror e desalento

Que chegam até nós diariamente

São bombas que explodem pelo mundo

Ceifando tantas vidas para sempre



Lá estão elas, no seu desespero

Tentando vencer a triste sorte

Embalando no colo os filhos atingidos

Como se pudessem dominar a morte





Vejo mães nos pátios dos presídios

A cuidar dos filhos que estão perdidos

Na trilha dos crimes, da violência, das drogas,

E elas vêm entregar seus corações feridos





Vejo, enfim, a mãe de todas as mães,

A verter seu pranto aos pés da cruz

Vejo Maria, espada atravessando o peito,

A enxugar o sangue de Jesus





Quando penso nas mães que sofrem

Meu coração se desmancha em pranto

E essa dor que é a maior de todas as dores

Põe cores tristes no meu simples canto



Mas eu vejo as mães vitoriosas

Pois é delas o amor mais puro

Vejo aquelas que prepararam o caminho

E deram aos filhos o melhor futuro





Vejo-as sorrindo, tarefa cumprida

Rodeada daqueles que são seus

Serenamente rumo à outra vida

Onde para sempre estarão com Deus





É tua esta canção, minha mãe querida,

Que eu tiro da alma para te entregar

Pois me deste o maior presente, a vida,

E este eu jamais conseguirei pagar...



Neste teu dia, apenas te envolvo fortemente

Cobrindo-te de beijos e abraços

E tua bênção me faz forte novamente

Para vencer as minhas dores e cansaços



Em teus braços quero ficar aconchegado

Como se eternamente fosse uma criança

Teu acalanto me traz doçura e calma,

Me envolve em paz, renova a esperança!