sexta-feira, 25 de maio de 2012

Igreja da Boa Morte sedia Encontro de Corais e exposição de Música Sacra


A Igreja de Nossa Senhora da Boa Morte e Assunção, em Limeira, será sede do I Encontro de Corais realizado pelo Projeto Memória e Resgate em parceria com o Coral Santa Cecília. Seis grupos de Limeira e região participarão do encontro, que incluirá tanto apresentações como troca de experiências entre seus maestros, maestrinas e coralistas. O evento, será neste domingo 27, às 18h e a entrada franca.

Além da apresentação dos corais, um dos destaques do encontro, será a presença de Antônio Venâncio, um dos mais antigos regentes e organistas da Igreja Boa Morte, entre as décadas de 1930 e 1960. Os corais são, Madrigais Vivace, Coral Cantigas e Modernas, Coral Municipal de Casa Branca, Coral Cantatores Juris, Coral São Sebastião e Coral Santa Cecília.

A programação incluirá uma exposição temporária sobre a música sacra ao longo do século XX, com o tema,“A Vida Musical na Igreja Boa Morte”, será das 8 às 17h aberta ao público a partir do dia 26 seguindo até o próximo dia 16 de junho, a visitação será gratuita. A mostra apresenta um panorama da música sacra em Limeira, abordando parte dos diversos corais e grupos musicais que passaram belo templo histórico, partituras originais de compositores limeirenses, objetos litúrgicos ligados à música, livros antigos de canto e fotografias.

A organização é da Igreja Boa Morte, por meio do Projeto Memória e Resgate, em parceria com o Coral Santa Cecília, Colégio São José e Catedral de Nossa Senhora das Dores e conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Limeira, através da Secretaria da Cultura.

Mais informações o telefone da Igreja Boa Morte é: (19) 3441 6708.


Luane Tenório – Estagiária de Jornalismo
Departamento de Projetos Culturais
Prefeitura Municipal de Limeira /SP
Secretaria Municipal da Cultura
(19) 3451 0502
Culturalimeira@yahoo.com.br
http://www.culturalimeira.blogspot.com/
www.facebook.com/culturalimeira
www.twitter.com/culturalimeira

O CORVO


Por José Farid Zaine
farid.cultura@uol.com.br
Twittter: @faridzaine
Facebook: Farid Zaine



Quando Edgar Allan Poe escreveu o poema “O Corvo”, por certo não imaginava a quantidade de interpretações que haveria do mesmo ao redor do mundo. Tampouco sonharia que traduções surgiriam em todas as línguas, os tradutores tentando chegar aos significados profundos do poema, mantendo a estrutura poética rebuscada criada pelo autor. Na língua portuguesa muitos se aventuraram, e temos antológicas traduções feitas por nada mais nada menos que Machado de Assis e Fernando Pessoa. São versões magníficas e diferentes, que já provocaram minuciosos estudos por parte de apaixonados literatos. O cinema sempre namorou a obra de Poe, mas ainda falta o filme que fará jus à grandiosidade da obra do autor americano nascido em Boston em 1809 e morto em Baltimore em 1849, com apenas 40 anos. O mistério sobre os dias que antecederam a morte de Poe, a partir do momento em que foi encontrado, num banco de jardim, delirando, até seu último suspiro falando frases enigmáticas, é um assunto fascinante como os célebres contos que ele criou. Esse magnífico e instigante ponto de partida foi o que motivou os roteiristas do filme “O Corvo” (The Raven), de 2012, dirigido por James MacTeigue, o mesmo de “V de Vingança”. O filme que estreou na semana passada em todo o Brasil não é baseado no poema, nem tampouco é remake do famoso homônimo com Brandon Lee, morto acidentalmente por um tiro durante as filmagens.

A crítica, mundo afora, ficou dividida entre os que simplesmente odiaram o filme, os que o desprezaram, os que o olharam com certa condescendência e os que o aceitaram como um bom exemplar de moderno terror. Fico com esse último grupo, pois vejo qualidades nesta obra estranha, irregular, mas certamente envolvente. Mesmo quem não goste do filme não terá como negar que ele exerce fascínio sobre os espectadores, que ficam presos a ele da primeira à última cena. O incômodo fica por conta da personagem principal , Edgar Allan Poe, ser interpretado por um John Cusack indeciso entre compor um “mocinho” destemido e um bêbado e debochado romântico. Ele não convence em nenhum dos casos.

Baltimore, enfim, é a grande estrela desta produção. A cidade aparece bem reconstituída para evocar um clima de terror apropriado à história de um serial killer que se baseia nas obras do próprio Poe para tecer suas armadilhas e concretizar bizarros assassinatos. A Baltimore que vemos é escura, sombria, cheia de becos e lama, repleta de miseráveis, prostitutas e bêbados, entre eles o próprio escritor, às voltas com dívidas em bares e com barracos provocados pelo seu alcoolismo. Neste aspecto, a produção ganha pontos, com seu visual gótico garantido por eficientes direção de arte, fotografia e figurinos. A cena do baile de máscaras é bela e sofisticada, embora tenha alguns furos que não vale a pena revelar. O filme ganha na plasticidade, mas algumas coisas abusam do lugar-comum, como a floresta inundada pela neblina recortada por troncos escuros, por onde Poe, como um inacreditável cavaleiro que lembra um Zorro meio bobo, persegue o assassino. O diretor poderia ter evitado tudo isso, mas parece que buscou exatamente o “déjàs-vu” para contar uma história potencialmente original. Dificilmente o público não deixará de notar as semelhanças com “Sherlock Holmes”, que parece ter sido a inspiração para o roteiro e a montagem, e a escandalosa violência das incontáveis sequências de “Jogos Mortais”.

O encanto, a magia e a beleza misteriosa e assustadora da obra de Poe poderiam estar presentes no filme de alguma forma, não fosse a escolha para que ele se tornasse mais um exemplar do terror moderninho e movimentado que arrasta as plateias, principalmente formada por adolescentes, para os cinemas. “O Corvo” não é um blockbuster como “Sherlock Holmes”, mas está longe de ser apenas um filme ruim. Dá pra curtir numa boa, embora com um pouco mais de acertos por parte dos roteiristas e do diretor, pudesse figurar num outro patamar de filmes do gênero. A sequência final sugere que pode haver uma continuação. Se fosse possível perguntar ao “Corvo” do poema de Poe, se seria bom termos uma eventual sequência dirigida por MacTeigue, ele diria: “Nunca Mais”! E aqui não precisaríamos de teses complexas para entender a resposta de uma das aves mais famosas da literatura universal.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Repercutindo as ideias de Farid

O Jornal "TodoDia", de Americana (SP), trouxe, ontem, artigo opinativo do vereador professor José Farid Zaine (PDT), na página dois da sua edição.

Para ler o artigo na íntegra, com o título "Ah, esse teatro cheio", clique aqui.

Gabinete do Vereador Farid Zaine (PDT)
19 3404 7550

Mostra de Teatro 2012 agita programação cultural


"Mostra” valoriza produção local, oferecendo espetáculos gratuitos

Com o objetivo de promover o intercâmbio entre os grupos da cidade, além de destacar e divulgar novos talentos, valorizar as artes cênicas, incentivar as manifestações culturais, a Secretaria da Cultura realiza de domingo, 27, a domingo, 3 de Junho, a Mostra de Teatro 2012.



O evento conta com a participação de 05 grupos que concorrerão aos prêmios em dinheiro, além de dar ao primeiro colocado o privilégio de representar o município, no VIII Festival de Teatro de Limeira 2012. Para o secretário da Cultura, Evandro Leite da Silva, “a participação dos grupos da cidade é muito importante para o incentivo das produções teatrais do município”.

A abertura conta com o grupo campineiro, “Os Geraldos”, convidado para a apresentação no dia 27, com o espetáculo “Hay Amor”, às 20h, no Teatro Vitória. Com direção de Verônica Fabrini, o espetáculo é uma criação dramaturgica a partir do tema “A gente é brega quando ama”. O grupo já conquistou importantes prêmios e festivais internacionais.

A história é narrada num banco da praça de uma cidade do interior, o lugar dá imagens e sensações de um grupo de amigos que tentam por todos os meios representar o amor, no esforço de dizer o indizível. Por meio de uma trajetória de cenas curtas, de pequenos recortes de sensações, cantam músicas dos nossos corações acompanhando encontros e desencontros emblemáticos dessa aventura humana que ao mesmo tempo tornam-se ridículos e sinceros.

E abrindo a competição, na terça, 29, às 14h30, tem a divertida história infantil de “Peter Pan”, com o Núcleo Cia de Teatro e direção de Jonatas Noguel.

Na quarta, 30, às 20h, é a vez da Cia. de Teatro Procênio com o espetáculo “A Padaria”, do poeta e dramaturgo alemão Berlot Brecht, que possui uma linguagem poética e divertida. A direção é de Felipe Henrique da Silva.

Pequena Cia de Teatro apresenta “O Despertador”, na quinta, 31, às 20h. Monólogo com atriz Tatiana Alves, tem a direção de Antônio Apolinário.

A emocionante história de “A pequena e verdadeira história de Zóio Zoíudo e sua Amada Lindinha da Silva” é contada pelo Grupo de Teatro Ponta de Areia, no dia 1º de junho, sexta. Trata-se de uma reflexão sobre o vício da droga e a influência da sociedade. Com direção de Carlos Jerônimo Vieira.

Encerando a competição, no sábado, 2, tem o espetáculo adulto, “Daslam – O Musical”, da Cia de Teatro Leões das Artes. Um musical inspirado nas artes circenses e em grandes nomes do gospel Choirs, que leva o público a ver a história da vida e Ressurreição de Jesus de maneira diferente e divertida. O espetáculo tem direção de Joydson Terra.

A cerimônia de encerramento acontece no domingo, 3, com apresentação, às 19h30, da Companhia Sarcástica de Teatro, com o emocionante espetáculo “A Vida é Sonho”, de Calderon de La Barca. Assistido por mais de mil pessoas, o espetáculo é fruto de uma oficina do curso de teatro infantil e juvenil promovida pela Prefeitura de Limeira, através da Secretaria da Cultura, e a direção é do professor de teatro Daniel Martins. Seguido pela cerimônia de premiação.

Todas as apresentações são gratuitas, haverá senhas de acesso ao Teatro Vitória uma hora antes de cada espetáculo. As escolas interessadas podem fazer agendamento pelo telefone da Secretaria da Cultura, (19) 3451 0502.

Mais informações podem ser obtidas no telefone da Cultura: (19) 3451 0502 ou no blog: www.culturalimeira.blogspot.com.

JURADOS

A comissão de júri para a “Mostra” é formada por: Carol Vidotti, limeirense, formada em artes cênicas pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP. É atriz e produtora. Estudou teatro físico na Internacional School of Physical Theater – KIM/ Bolívia.

Aguinaldo Moreira de Souza, natural de Presidente Prudente, mas atualmente é professor de Teoria de Método de Pesquisa em Artes, Interpretação teatral, Expressão Corporal, Montagem Cênica na Universidade Estadual de Londrina. É doutor em Letras, pela UNESP e especialista em artes pela UNICAMP, ator, diretor e bailarino.

E para completar o corpo de jurados, Liana Ferraz Diniz, que é graduada em artes cênicas na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Como atriz já participou de inúmeras montagens. Ministrou Oficinas de Jogos Teatrais para crianças de 05 a 08 anos, Oficina de Iniciação Teatral para crianças de 06 a 12 anos, Oficina Dramaturgia. Foi professora da disciplina “Artes-Teatro” nas turmas da Educação Infantil e do Ensino Fundamental I, e de aulas de “Iniciação Teatral” para turmas do Ensino Fundamental II e Ensino Médio do colégio Anglo Paulínia. É atriz e dramaturga.


*Nota: Imagem do espetáculo convidado "Hay Amor". Créditos: Divulgação.


Luane Tenório - Estagiária de Jornalismo
Departamento de Projetos Culturais
Prefeitura de Limeira/SP
Secretaria Municipal da Cultura
(19)3451.0502
culturalimeira@yahoo.com.br
http://www.culturalimeira.blogspot.com/
www.twitter.com/culturalimeira
www.facebook.com/culturalimeira

Vereadores aprovam Moção de Pesar à família de ex-vereador


Foi aprovada na Sessão Ordinária desta segunda-feira (21/05), Moção de Pesar à família do ex-vereador Oscar Pozati, que faleceu domingo (20/05), aos 77 anos.

Oscar exerceu mandato na Câmara Municipal de Limeira entre os anos 1989 a 1993.

O autor da propositura foi o vereador José Farid Zaine (PDT).

“Oscar foi um grande cidadão limeirense, que contribuiu de forma significativa para a sociedade através do seu trabalho como professor e por sua atuação na Câmara Municipal de Limeira”, declarou Farid.


Assessoria de Imprensa
Câmara de Limeira / SP

terça-feira, 22 de maio de 2012

Repercutindo as ideias de Farid

No informe publicitário "Quintal falando de Limeira", publicado nos impressos do município de hoje, o empresário Lusenrique Quintal destaca a ideia do vereador professor José Farid Zaine (PDT), Disque Árvore:

DISQUE-ÁRVORE - Achei interessante a iniciativa do vereador Farid em criar uma forma de aumentar a arborização da cidade. Se aprovado, o projeto criará uma linha telefônica exclusiva para podas, remoções e plantios de árvores nos bairros de Limeira.

Gabinete do Vereador Farid Zaine (PDT)
19 3404 7550

segunda-feira, 21 de maio de 2012

“Cine Cultura” exibe filmes de graça nesta quarta no Teatro Vitória


Com o objetivo de oferecer opções de cinemas que fujam do circuito comercial, assim como rever grandes clássicos, o projeto “Cine Cultura” retoma suas atividades na programação cultural de Limeira. A realização é da Prefeitura de Limeira, por meio da Secretaria da Cultura.

A edição acontece nesta quarta, 23, com duas opções de horários às 14h30, com o filme “Coraline”, voltado para o público infantil e às 20h é a vez do público adulto poder rever uma história de grande sucesso, “Mamma Mia”.

“Coraline” conta a história de Coraline Jones, uma menina que se muda com sua família para uma enorme casa chamada Palácio Cor-de-rosa. A avó a conta uma história sobre sua irmã, que visitou a tal casa e nunca mais voltou. Sem conseguir atenção dos pais, a menina passa a explorar as inúmeras portas do local e acaba abrindo uma portinhola que dá para outra dimensão, bastante similar à sua; porém, todos têm olhos de botões.



“Mamma Mia” conta a história da jovem Sophie que está se preparando para viver ao lado de seu namorado. O casamento será no hotel de sua mãe em uma ilha paradisíaca, na Grécia. Criada em um ambiente amoroso e praticamente completo, a garota leva uma vida muito agradável. Só que, há muito tempo, ela vem sentindo falta de uma pessoa especial que nunca esteve presente: seu pai. O único desejo agora é encontrá-lo no dia do seu casamento. Ao ler o diário da mãe, descobre que entre três homens um pode ser o seu pai. Secretamente, Sophie (Amanda Seyfried) os convida para a festa e faz de tudo para desvendar a verdadeira identidade daquele que a gerou. Trata-se de um musical dirigido por Phyllida Lloyd e escrito por Benny e Bjorn Ulvaeus, que usa como inspiração as músicas do ABBA, banda pop dos anos 70 e 80, o filme é uma roupagem cinematográfica da famosa peça musical de mesmo nome - Mamma Mia! - que, inclusive, chegou a fazer parte das atrações da Broadway.

Lembrando que o projeto “Cine Cultura” é de graça, haverá liberação de senhas de acesso ao Vitória uma hora antes das exibições, escolas interessadas devem fazer agendamento na biblioteca, o telefone é: (19) 3442 6539. A classificação indicativa dos filmes é livre.

Para mais informações sobre o projeto: (19) 3451 0502.


Luane Tenório – Estagiária de Jornalismo
Departamento de Projetos Culturais
Prefeitura de Limeira /SP
Secretaria Municipal da Cultura
(19) 3451 0502
culturalimeira@yahoo.com.br
www.culturalimeira.blogspot.com
www.facebook.com/culturalimeira